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Sonhadores de Utopia no Cinema de Bernardo Bertolucci

“I sognatori di utopia nel cinema di Bernardo Bertolucci” é il titolo di questa Dissertazione, che ha come obiettivo principale il dimostrare come alcuni motivi ricorrenti, fra questi i sogni e le utopie, hanno spinto il cineasta a creare uno stile nel quale si fondono in modo inusitato, in un atto di espressione e sensibilitá, la politica e la poesia. Problematizza sulla base su cui si iscrivono i sogni e le utopie: il cinema di Bertolucci, il luogo per eccellenza dove le ideologie bloccano lo scontro fra l’idealizzazione estetica della produzione e gli effetti oggettivi della sua azione sociale. Per questo si applicano le categorie della coscienza anticipatrice, la trasgressione e quello che chiamiamo “l’estetica dell’utopia” alla piú recente opera I Sognatori (2003), nella quale l’autore sfrutta il mezzo del metalinguaggio per, attraverso il mezzo, sfruttare i valori della tradizione cinematografica, ancorati nel fatto storico della Primavera del 68, che marcó definitivamente la meta di un’esperienza estetica, il cui fine é la rappresentazione del tempo passato, presente e futuro dell’essere umano nella societá.
Le fonti bibliografiche di questo lavoro sono basate sulla stessa opera di Bernardo Bertolucci e sui critici che si piegano sul suo linguaggio, come pure le inclinazioni cinematografiche dalle quali é stato influenzato. Anche nell’opera di Karl Mannheim e Ernest Bloch si incontrano nuove interpretazioni per il concetto di utopia sostenute dalla “decadenza delle utopie moderne”. In questo modo, la Dissertazione si struttura sull’asse delle confluenze fra utopia e cinema, sui motivi cinematografici che il cineasta utilizza nella sua produzione, sull’analisi di una triade di film e sugli effetti ricettivi che fino ad oggi fanno del cinema di Bertolucci un esempio di Rivoluzione Estetica al cui centro si trovano: l’incertezza economica, politica e sociale come parte della condizione umana.
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“Os sonhadores de utopia no cinema de Bernardo Bertolucci” é o título desta Dissertação que tem como principal objetivo demonstrar como alguns motivos recorrentes, entre eles os sonhos e as utopias, impulsionaram este cineasta a criar um estilo no qual se fusionam de modo inusitado, em um ato de expressão e sensibilidade, a política e a poesia. Problematiza sobre o suporte no qual se inscrevem os sonhos e as utopias: o cinema de Bertolucci, o lugar por excelência onde as ideologias travam o embate entre a idealização estética da produção e os efeitos objetivos de sua ação social. Para isso, aplicam-se as categorias da consciência antecipadora, a transgressão e aquilo que chamamos de “estética da utopia” à mais recente obra Os Sonhadores (2003), na qual o autor explora o recurso da metalinguagem para, através do meio, explorar os valores da tradição cinematográfica ancorados no fato histórico da Primavera de 68, que marcou definitivamente o rumo de uma experiência estética, cujo fim é a representação do tempo passado, presente e futuro do ser humano em sociedade. As fontes bibliográficas deste trabalho são baseadas na própria obra de Bernardo Bertolucci e nos críticos que se curvam sobre sua linguagem, assim como nas vertentes cinematográficas das quais recebeu influência. Também nas obras de Karl Mannheim e Ernest Bloch encontram-se novas interpretações para o conceito de utopia amparadas na “decadência das utopias modernas”. Desta forma, a Dissertação estrutura-se no eixo das confluências entre utopia e cinema, nos motivos filmográficos que o cineasta utiliza na sua produção, na análise de uma tríade de filmes e nos efeitos receptivos que até hoje fazem do cinema de Bertolucci um exemplo de Revolução Estética em cujo cerne situam-se: a incerteza do econômico, do político e do social como parte da condição humana.

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INTRODUÇÃO “Os poderosos tentam nos fazer crer que as ideologias morreram, mas não é verdade. E se elas morreram precisamos ressuscitá-las. Não há utopia sem ideologia e se não existe utopia não há esperança. Se não há esperança não há futuro. Como conviver num mundo sem futuro?” Bernardo Bertolucci Sonhadores de utopias no cinema de Bernardo Bertolucci,é o titulo desta dissertação que tem por principal objetivo demonstrar como o cinema deste conhecido produtor italiano mantém vigente o conceito de utopia, relacionando-o com a estética cinematográfica contemporânea. O objeto de estudo configura-se na estreita relação do cinema com os seus modos de representar a realidade social, política e econômica no esteio da evolução ou revolução do pensamento, da subjetividade e do comportamento que imperam na modernidade. Questionando sobre a aparente falta de utopias nos tempos modernos surgiu a hipótese de que o cinema poderia ser o meio de comunicação mais apropriado para a produção e divulgação dos sonhos e utopias. A frase, em epígrafe, do diretor Bernardo Bertolucci corroborou nosso pensamento e chamou a atenção para seu filme Os Sonhadores o qual apresenta um vestígio do passado, “um excedente utópico”, que traz os ideais dos jovens da Primavera de 68, jovens portadores das esperanças em relação a um futuro possivelmente melhor e que, 2

Tesi di Specializzazione/Perfezionamento

Autore: Ligia Claret Lorencini Wild Contatta »

Composta da 240 pagine.

 

Questa tesi ha raggiunto 78 click dal 08/04/2013.

Disponibile in PDF, la consultazione è esclusivamente in formato digitale.